sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
COISAS: 2ª COISA - Encontros
COISAS: 2ª COISA - Encontros: "2011 começou assim, um ponto final, sem fim. Vim aqui recordar e agradecer pelo encontro ou reencontro com vocês. Sabe, ela eu conheci bem..."
2ª COISA - Encontros
2011 começou assim, um ponto final, sem fim.
Vim aqui recordar e agradecer pelo encontro ou reencontro com vocês.
Sabe, ela eu conheci bem cedo, ou talves até tarde, que seja, tão bela, tão singela, tão amável, e que bom é ter você o mais próximo que posso, apesar de o mais próximo se encontrar longe. A cada encontro o máximo de aproveitamento, mas será que as vezes não deixamos a desejar, dormimos demais e comemos de menos, pisamos mais na areia e apreciamos menos o mar?; talves. E tão logo você me levou ao encontro de pessoas tão especiais, pessoas que fizeram do meu dia um novo dia, da minha noite um novo filme, uma nova pipoca, uma nova melodia, um novo jogo.
Os tempos se passaram e as coisas, como todas as coisas que acontecem na vida, mudaram. Eu parti, e eles também, a distância aumentou e as luzes tentaram se apagar, mas não conseguem, e não tem forças para tanto.
Nessas férias eu tive o fim de semana maravilhoso, o reencontro com essas pessoas maravilhosas - eu sei que ta um pouco cansativo, mas leia até o fim, são palavras difíceis de serem expressadas por mim ao vivo, então "boto" aqui, aui?!
Tá, a Poia(Isa) me ligou e disse que viria pra casa, um acordo foi feito, eu vou até ai e depois você desce até santos ok, esta feito. Os dias em casa foram comuns, sem mais novidades. Na sexta em torno de umas 18h, descemos para o terminal rodoviário, lá compramos as passagens - porra meu, só tem passagem para 20h30m - pois é, todo esse tempo. Então resolvemos jogar um charme para os motoristas de todos os "bus" que paravam com destino a santos, tentei um decote mais aberto e as vezes as pernas mais a mostra, tentei um olhar mais quente e até mesmo uma cantada inocente - tentativas fracassadas - vencidas pelo cansaço e pela hora que se aproximava resolvemos tomar umas latinhas e comer um "salgadinho" - sentamos aqui, tudo bem pra você? - Oh, sim. Sentamos bem ali, mas ao nosso lado dois homens que também tentanvam charmes para os motoristas, opa... não eles tentanvam na pancada das palavras - ei cara tu não vai deixa eu embarcar nessa merda- tipo com um sotaque de paulistano, "r" bem puxado e tudo mais; enfim. Sentamos e começamos bater um papo com os caras - loucos - mas um bom papo para quem bebia uma cerveja enquanto aguardava o embarque. Conversa vai, conversa vem e eles até nos pagaram mais cerveja - opa, nada, não teve nada em troca - até hoje não recordo nomes, nem sei se nos apresentamos.
20h:30 - Bus enconsta, nós embarcamos... Oi? banheiro? onde? não, não tem.
- Palomaaa, eu vou fazer xixi nas calsas.
- Não, você não vai, você aguenta, eu to aguentando.
- Palomaaa, você não ta sentindo a dor,. Palomaa vai sair.
- Calma, olha lá já passamos a esquinha ali, ta perto.
- Palomaaaaa, não dá, não dá.
- Deu.
Chegamos a tempo, e "vap", nem me vi chegar ao banheiro e quando vi a descarga já estava apertada. Agora só pegar o taxi, e pronto.
Chegando lá os donos da casa não estavam - mas que responsabilidade - só o pequeno gênio, o cara que busca em seus pensamentos, fantasias e invenções, a descoberta do asteroide, os alienigenas, os desconhecidos - será que ele tem descobertas sobre mim? Ah, por minutos pensei que ele tentava adivinhar a mente da gente. Não. Tá, tudo bem.
Fomos bem recebidas, a poia é praticamente dona da casa. Confesso que estava ansiosa para vê-la - mas que demora hein.
10 dias depois - brincadeirinha. Chegaram.
Linda, você tá linda - eu acho que falei, se não falei to falando. Ah mas que saudade - nós falamos... Que alegria, e claro ele também nosso caro amigo - nossa crescer mais seria impossivelo neh, é eu não disse não, mas ele tava alto, bacana.
Felicidade foi ser recebida por vocês depois de tanto tempo sem os ver. Eu jamais esqueceria cada face, cada voz e cada olhar. A casa estava como sempre, muito bem decorada e a sua cara, bela, singela, suave, feliz. Mas vou começar a ser breve.
Os dias foram de muito sol e muita lua. O dia começara com as caipirinhas - para não faltar alegria - é, ele ganhou uma bolada e nos levou para gastar, boa. Na praia muita areia, muito mar e um escorredor de louças - uma mistério para nosso gênio - tudo bem, já jogamos no lixo, e essa foi nossa caridade de 2011, acabou. As pessoas estavam belas ou horrosas, para os comentário não faltava vocabulário, e a cada caipirinha uma nova palavrinha. O pequeno gênio falava pouco e por detrás de seu livro aberto ele se escondia, só observava, uma hora ou outra ele nos chamava em direção ao mar - vamos nadar?
No fim do dia era só o caco, só o cansaço, mas escondido na alegria e na festa que faziamos juntos. Foi assim, os dias do fds...O sol, a lua, as nuvens que pincelavam os céus, as formas, as viagens, elas, eles, eu, nós. E apesar de todos os pesares eu tenho fé de que foi um fds de luz e muito amor espalhado nos ares, a nossa volta o suspiro, o agito, a alegria, a tristeza, o reflexo de vidas, 1,2,3,4,5...felizes. E que bom foi, e que benção Deus derramou eu precisava dos seus ares e juntos nós respiramos a felicidade, o riso, o vento, a luz, e a união de mais um dia de vida.
O fds chegou ao fim, as férias também, nós não. Temos muito tempo pela frente, tempo para pensar, tempo para repensar, tempo para agir, tempo para consertar, tempo para nos encontrar, tempo para viver, tempo para ser feliz, tempo, tempo, tempo para sorrir, muito tempo para viver.
Meeeeeeeeeeeeu, vocês são demais, e jamais vão sair daqui, de dentro, e eu nem sei o que dizer - tá, não preciso dizer mais nada. UHAHSAHS
Pequeno gênio, MeLissa, Rogerião, Poinha.... obrigada por tudo.
À vocês, à nós, todo amor que houver nessa vida.
Uum 2011 repleto de boas energias.
"quehorrorjorgeluis"
Vim aqui recordar e agradecer pelo encontro ou reencontro com vocês.
Sabe, ela eu conheci bem cedo, ou talves até tarde, que seja, tão bela, tão singela, tão amável, e que bom é ter você o mais próximo que posso, apesar de o mais próximo se encontrar longe. A cada encontro o máximo de aproveitamento, mas será que as vezes não deixamos a desejar, dormimos demais e comemos de menos, pisamos mais na areia e apreciamos menos o mar?; talves. E tão logo você me levou ao encontro de pessoas tão especiais, pessoas que fizeram do meu dia um novo dia, da minha noite um novo filme, uma nova pipoca, uma nova melodia, um novo jogo.
Os tempos se passaram e as coisas, como todas as coisas que acontecem na vida, mudaram. Eu parti, e eles também, a distância aumentou e as luzes tentaram se apagar, mas não conseguem, e não tem forças para tanto.
Nessas férias eu tive o fim de semana maravilhoso, o reencontro com essas pessoas maravilhosas - eu sei que ta um pouco cansativo, mas leia até o fim, são palavras difíceis de serem expressadas por mim ao vivo, então "boto" aqui, aui?!
Tá, a Poia(Isa) me ligou e disse que viria pra casa, um acordo foi feito, eu vou até ai e depois você desce até santos ok, esta feito. Os dias em casa foram comuns, sem mais novidades. Na sexta em torno de umas 18h, descemos para o terminal rodoviário, lá compramos as passagens - porra meu, só tem passagem para 20h30m - pois é, todo esse tempo. Então resolvemos jogar um charme para os motoristas de todos os "bus" que paravam com destino a santos, tentei um decote mais aberto e as vezes as pernas mais a mostra, tentei um olhar mais quente e até mesmo uma cantada inocente - tentativas fracassadas - vencidas pelo cansaço e pela hora que se aproximava resolvemos tomar umas latinhas e comer um "salgadinho" - sentamos aqui, tudo bem pra você? - Oh, sim. Sentamos bem ali, mas ao nosso lado dois homens que também tentanvam charmes para os motoristas, opa... não eles tentanvam na pancada das palavras - ei cara tu não vai deixa eu embarcar nessa merda- tipo com um sotaque de paulistano, "r" bem puxado e tudo mais; enfim. Sentamos e começamos bater um papo com os caras - loucos - mas um bom papo para quem bebia uma cerveja enquanto aguardava o embarque. Conversa vai, conversa vem e eles até nos pagaram mais cerveja - opa, nada, não teve nada em troca - até hoje não recordo nomes, nem sei se nos apresentamos.
20h:30 - Bus enconsta, nós embarcamos... Oi? banheiro? onde? não, não tem.
- Palomaaa, eu vou fazer xixi nas calsas.
- Não, você não vai, você aguenta, eu to aguentando.
- Palomaaa, você não ta sentindo a dor,. Palomaa vai sair.
- Calma, olha lá já passamos a esquinha ali, ta perto.
- Palomaaaaa, não dá, não dá.
- Deu.
Chegamos a tempo, e "vap", nem me vi chegar ao banheiro e quando vi a descarga já estava apertada. Agora só pegar o taxi, e pronto.
Chegando lá os donos da casa não estavam - mas que responsabilidade - só o pequeno gênio, o cara que busca em seus pensamentos, fantasias e invenções, a descoberta do asteroide, os alienigenas, os desconhecidos - será que ele tem descobertas sobre mim? Ah, por minutos pensei que ele tentava adivinhar a mente da gente. Não. Tá, tudo bem.
Fomos bem recebidas, a poia é praticamente dona da casa. Confesso que estava ansiosa para vê-la - mas que demora hein.
10 dias depois - brincadeirinha. Chegaram.
Linda, você tá linda - eu acho que falei, se não falei to falando. Ah mas que saudade - nós falamos... Que alegria, e claro ele também nosso caro amigo - nossa crescer mais seria impossivelo neh, é eu não disse não, mas ele tava alto, bacana.
Felicidade foi ser recebida por vocês depois de tanto tempo sem os ver. Eu jamais esqueceria cada face, cada voz e cada olhar. A casa estava como sempre, muito bem decorada e a sua cara, bela, singela, suave, feliz. Mas vou começar a ser breve.
Os dias foram de muito sol e muita lua. O dia começara com as caipirinhas - para não faltar alegria - é, ele ganhou uma bolada e nos levou para gastar, boa. Na praia muita areia, muito mar e um escorredor de louças - uma mistério para nosso gênio - tudo bem, já jogamos no lixo, e essa foi nossa caridade de 2011, acabou. As pessoas estavam belas ou horrosas, para os comentário não faltava vocabulário, e a cada caipirinha uma nova palavrinha. O pequeno gênio falava pouco e por detrás de seu livro aberto ele se escondia, só observava, uma hora ou outra ele nos chamava em direção ao mar - vamos nadar?
No fim do dia era só o caco, só o cansaço, mas escondido na alegria e na festa que faziamos juntos. Foi assim, os dias do fds...O sol, a lua, as nuvens que pincelavam os céus, as formas, as viagens, elas, eles, eu, nós. E apesar de todos os pesares eu tenho fé de que foi um fds de luz e muito amor espalhado nos ares, a nossa volta o suspiro, o agito, a alegria, a tristeza, o reflexo de vidas, 1,2,3,4,5...felizes. E que bom foi, e que benção Deus derramou eu precisava dos seus ares e juntos nós respiramos a felicidade, o riso, o vento, a luz, e a união de mais um dia de vida.
O fds chegou ao fim, as férias também, nós não. Temos muito tempo pela frente, tempo para pensar, tempo para repensar, tempo para agir, tempo para consertar, tempo para nos encontrar, tempo para viver, tempo para ser feliz, tempo, tempo, tempo para sorrir, muito tempo para viver.
Meeeeeeeeeeeeu, vocês são demais, e jamais vão sair daqui, de dentro, e eu nem sei o que dizer - tá, não preciso dizer mais nada. UHAHSAHS
Pequeno gênio, MeLissa, Rogerião, Poinha.... obrigada por tudo.
À vocês, à nós, todo amor que houver nessa vida.
Uum 2011 repleto de boas energias.
"quehorrorjorgeluis"
Assinar:
Postagens (Atom)
